21/06/2017

Pendências na área de segurança preocupam deputado

Contratação de agentes penitenciário, pagamento de avanço de carreira, falta de delegados e escrivães em delegacias, dentre outros temas na área da segurança, constam na pauta de pendências do Governo do Estado e que são cobradas pela Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa.
“Temos protocolos que não avançam no setor e geram grande expectativa entre os agentes de segurança”, avalia o presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, deputado Mauro Moraes. Para o parlamentar, o Governo deve priorizar as pautas das categorias que compõem as forças de segurança, “sobretudo para atender uma reivindicação que é da população paranaense”, explica.

Ainda de acordo com o deputado, a aquisição recente de viaturas policiais é essencial para atividades desempenhadas por Batalhões em todas as regiões do Paraná. Entretanto, destaca, “o combate ao crime é exige políticas mais dinâmicas e complexas, tais como a ampliação de recursos no setor, com remuneração adequada dos agentes de segurança e também reposição de servidores aposentados e ampliação dos efetivos”, comenta.

Recentemente, o Governo anunciou o pagamento de dívidas com o avanço de carreira das forças policiais. A previsão é de que os valores sejam pagos na folha de junho. “Tanto a polícia civil quanto a militar e científica aguardam a quitação da dívida desde janeiro deste ano”, lembra.

Outro tema importante ainda pendente é a tramitação de um protocolo para a contratação de agentes penitenciários. São 26 agentes penitenciários já aprovados em concurso público e com a documentação, incluindo exame médico, pronta. A função é necessária e essencial para a segurança pública, por isso não causa estranheza a demora na inclusão desses profissionais”, comenta Moraes. A mesma situação enfrenta a Polícia Civil, com déficit preocupante em seus quadros de delegado e escrivão. No primeiro caso, há candidatos já aprovados em concurso público e que aguardam nomeação. Já para a contratação de escrivães, o Estado “engaveta” há dois anos um protocolo para a abertura de processo seletivo.