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21/07/2017

Autorizados recursos para a nova sede 3ª Cia do Batalhão de Fronteira

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O Governo do Estado vai investir R$ 6,8 milhões na nova estrutura para a unidade que fica em Santo Antônio do Sudoeste. Autorização foi assinada pelo governador Beto Richa.

O governador Beto Richa autorizou nesta terça-feira (19) o repasse de recursos para a construção da nova sede da 3ª Companhia do Batalhão de Fronteiras (Bpfron), instalada no município de Santo Antônio do Sudoeste. O investimento será de R$ 6,8 milhões, feito pelo governo estadual, por meio da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Administração Penitenciária.

A nova sede foi anunciada pelo governador no início de julho, quando ele esteve em Santo Antônio do Sudoeste para repassar novas viaturas policiais para os municípios da região. A nova sede da 3ª Cia e a ampliação da frota reforçam a atuação do BPfron - unidade da Polícia Militar, criada por Richa, que atua em 139 municípios na faixa de fronteira do Paraná, para prevenir e reprimir crimes transfronteiriços, como tráfico e contrabando. A 3ª Cia também apoia outras unidades de segurança pública instaladas na região.
21/07/2017

Formação de Cabos e Sargentos deve ser regular, defende Moraes

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Após a a formatura de 58 novos Sargentos da Polícia Militar do Paraná, nesta quarta-feira, “o Governo precisa autorizar a abertura de novas turmas e que isso ocorra com maior frequência”, defende o presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, deputado Mauro Moraes. O parlamentar também vem defendendo a regularidade na formação de Cabos.

De acordo com o deputado, o número de vagas ociosas em concursos internos vem aumentando gradativamente a cada ano em decorrência da demora na formação de turmas. “Quando falamos de concursos internos temos que levar em conta que eles são necessários para unidades da corporação em todo o Estado”, comenta Moraes. “Não podemos pensar apenas na inclusão de Praças, mas também em mecanismos que garantam a promoção e valorização da carreira”, ressalta.
19/07/2017

Com trabalho das forças de segurança, homicídios caem quase 25% em Curitiba

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Conforme levantamento da Secretaria de Estado da Segurança Pública, divulgado esta semana no site oficial de notícia do Governo do Estado, os primeiros seis meses de 2017 terminaram com uma redução expressiva do número de homicídios na cidade de Curitiba. A queda foi de 24,4% se comparado com o primeiro semestre de 2016. Foram 233 mortes no ano passado e 176 este ano – portanto, 57 assassinatos a menos. É o menor número de homicídios já registrados em Curitiba nos últimos 10 anos.

Para o presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, deputado Mauro Moraes, os números expressam o excelente desempenho das forças de segurança em atuar, embora com efetivo reduzido. “Mesmo com excelentes resultados, não podemos perder de vista a necessidade de investimentos no quadro pessoal das forças de segurança. No caso da polícia civil, por exemplo, haveria retorno ainda mais surpreendente com novos delegados, escrivães e investigadores”, avalia o parlamentar.



O cenário já foi pior. No primeiro semestre de 2010, ainda durante o governo passado, foram contabilizados 404 homicídios – uma média de 67 assassinatos por mês. No ano seguinte, já no primeiro governo Beto Richa, registrou-se uma redução de 11% e desde então o número de assassinatos em Curitiba vem caindo.

Durante a gestão de Richa o número de homicídios despencou 56%: de 404 para 176, comparando os primeiros seis meses de 2010 e 2017.
17/07/2017

Denarc de Londrina faz nova apreensão de drogas

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A Denarc apreendeu 200 quilos de maconha em uma operação que durou cerca de 12 horas, entre a noite de quarta-feira (12) e a manhã desta quinta-feira (13). Parte da droga estava enterrada em barris em uma mata próxima à estrada da Cegonha, região rural na zona sul de Londrina. Três pessoas foram presas

Segundo a Divisão Estadual de Narcóticos da Polícia Civil do Estado do Paraná (Denarc), a investigação que desencadeou a operação já estava em curso. Na noite de quarta (12), os agentes encontraram um veículo Gol, no bairro Vivi Xavier, que carregava 50 quilos de maconha. Outros quatro quilos foram apreendidos dentro da casa onde o veículo estava estacionado. No local, foram presos um pai e uma filha, além do motorista do carro.

Em seguida, os policiais seguiram para a casa do proprietário do Gol, no bairro Gleba Palhano, região nobre da cidade, onde encontraram apenas pequenas porções de cocaína e maconha. De lá, seguiram para a mata, na zona sul, onde desenterraram oito barris – três deles estavam recheados de maconha.

As três pessoas foram autuadas em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Somente o motorista do gol possuía antecedentes criminais por roubo.
17/07/2017

Segue a discussão sobre unificação das policias Civil e Militar

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A comissão especial da Câmara Federal que analisa a unificação das polícias Civil e Militar promove nesta manhã uma audiência pública em Bragança Paulista (SP) para discutir a unificação das polícias Civil e Militar.

Para debater o tema a Câmara vem realizando seminários, reuniões e diligências em diferentes municípios para obter informações suficientes para avaliar a viabilidade e os desdobramentos da unificação das polícias. A próxima audiência ocorrerá na Câmara Municipal da Estância de Bragança Paulista.
14/07/2017

Plano de Carreira para PM será discutido em audiência pública com Praças

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Uma comissão especial composta por membros da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa deu início, essa semana, a uma série de estudos focados na elaboração de um projeto para implantação do Plano de Carreira direcionado aos Praças da Polícia Militar do Paraná. O tema também será debatido em audiências públicas a serem realizadas em diversas regiões do Estado.

Reuniões internas com membros da comissão têm sido realizadas com o propósito de organizar um roteiro de estudo. O objeto é fazer um levantamento de planos implantados em outros estados e discutir com Praças e entidades que representam a categorias as especificidades da PM paranaense e pontos que podem ser incorporados ao projeto.

De acordo com o presidente da Comissão de Segurança Pública da Casa, deputado Mauro Moraes, o item mais importante de toda a discussão é definir uma pauta clara sobre qual mecanismo será mais eficiente para garantir avanços na carreira de Praças. “Não podemos tratar os iguais como desiguais. Oficiais da PM têm direito a promoção automática, enquanto nossos Praças ficam condicionados a abertura de concursos internos que não ocorrem com frequência e nem comportam o grande volume de policiais aptos a progredir na carreira”, destaca o parlamentar.

O Plano de Carreira a ser proposto pela Comissão de Segurança Pública será redigido com a participação de todos que queiram participar do processo, incluindo entidades e associações que representam Praças e também Oficiais. Para democratizar o acesso aos encontros e discussões, o tema será tratado em audiências públicas promovidas pela Comissão em todas as regiões do Estado.
13/07/2017

Após entrega de viaturas, governo deve focar em quem as dirige, defende Moraes

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A Polícia Militar recebeu nesta quinta-feira (13) mais 170 novas viaturas, que seguirão para os comandos regionais e para batalhões especiais da corporação. “Essa é uma etapa importante do programa Paraná Seguro. Precisamos investir em segurança e também em quem faz ela acontecer, ou seja, nas forças policiais”, destaca o presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, deputado Mauro Moraes.

Moraes teceu novos elogios ao Governo do Estado e seu esforço em atender uma das reivindicações da população e também das forças de segurança: a reposição de viaturas “baixadas” e também ampliação da frota. No interior, relata o parlamentar, “a presença de uma única viatura as vezes é a única referência de segurança que a população tem. É preciso mudar isso. Com a compra de veículos novos, creio que o próximo passo será garantir ao policial condições de trabalho que vão além de equipamentos e estrutura física, mas também emocional, como a perspectiva de avanço na carreira”, defende Moraes.

O parlamentar destaca ainda que o incentivo na carreira policial terá resposta imediata nas tropas. “Isso ocorre em qualquer profissão. Creio que nas carreiras policiais isso é ainda mais acentuado, uma vez que diariamente estão expostos a riscos que comprometem a integridade física”, avalia.

A abertura de concursos internos, por exemplo, é uma reivindicação comum entre Praças da corporação. Moraes destaca que Tanto quanto equipamentos que garantem a integridade física e também a eficiência no trabalho, “nossos policiais militares querem a oportunidade de promoção”, relata
12/07/2017

Moraes solicita abertura de concurso para suprir déficit na Polícia Civil

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O último concurso realizado para o cargo de Investigador de Polícia Civil no Paraná foi em 2009. Desde então, aposentadorias e demais baixas no Quadro Pessoal têm prejudicado o trabalho em delegacias em todo o Paraná. Para o presidente de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, deputado Mauro Moraes, o governo precisa autorizar com urgência processo seletivo para inclusão de investigadores e escrivães.

Na lista de prioridades também está a nomeação de delegados aprovados em concurso público para preencher vagas em comarcas em diversas regiões do Paraná. Protocolo em andamento prevê a inclusão de um número inferior ao que seria necessário para suprir demanda no Estado.

No caso dos escrivães, há um protocolo em tramitação no Executivo que prevê a realização de concurso público para o preenchimento de pouco mais de 250 vagas, número igualmente insuficiente para fazer frente ao déficit de profissionais.

Situação mais complicada envolve o cargo de investigador. Atualmente circula entre as secretarias de estado apenas um requerimento emitido pelo Conselho da Polícia Civil solicitando a abertura de processo de seleção para o provimento de 766 cargos vagos na 5ª categoria (inicial). De acordo com Moraes, o governo precisa ainda abrir um protocolo para repor profissionais. “Não estamos falando da ampliação do Quadro de servidores, o que também seria importante, mas da reposição de postos de trabalho que são essenciais para o funcionamento da Polícia Civil”, argumenta o parlamentar.
10/07/2017

Moraes defende pagamento de VR para compensar perda salarial

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O presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, deputado Mauro Moraes, volta a conversar com o Governador Beto Richa, ainda esta semana, sobre o pagamento de auxilio alimentação para as classes policiais. Segundo o parlamentar, a implantação de V.R pode compensar as perdas salariais.

Moraes argumenta que outros órgãos estaduais fornecem a seus servidores ajuda de custo com alimentação em torno de R$900 mensais. “Esse valor faz diferença nos vencimentos das forças de segurança, mesmo que seja pago através de um auxílio para as refeições durante a jornada de trabalho”, defende.

A implantação de VR é uma reivindicação antiga de policiais civis e militares e tem sido um tema constantemente discutido pela Comissão de Segurança Pública. “Servidores sujeitos a jornadas mais curtas e com salários maiores que de policiais recebem auxilio alimentação. É preciso fazer justiça e garantir a nossos policiais o mesmo direito”, insiste o parlamentar.
10/07/2017

Concurso para Escrivão: protocolo avança para Casa Civil

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O Protocolo n. 13.070.803-0 que trata da realização de Concurso Público para o preenchimento de vagas para o cargo de Escrivão de Polícia Civil se encontra na Casa Civil, depois de um longo período parado. Para garantir que a tramitação siga até assinatura do documento e abertura do edital, o presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, deputado Mauro Moraes, conversa com a alta cúpula do Governo do Estado.

Moraes discutirá em reunião com o secretário chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, o andamento do protocolo em caráter de emergência e sua passagem breve pela análise da secretaria da Fazenda. “É de extrema importância para o trabalho da Polícia Civil que este protocolo avance com velocidade. Há uma defasagem preocupante de escrivães em todo o Paraná”, argumenta o parlamentar.

A necessidade de realização imediata de um processo de seleção para escrivães é uma reivindicação antiga da categoria. “Não há amparo legal para que investigadores atuem em funções que cabem a um escrivão, mas essa tem sido a prática adotada por várias delegacias para não paralisar as atividades da Polícia Civil”, relata o parlamentar.

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